NOSSA PESQUISA
Os Biomas são grandes formações vegetais encontradas no mundo todo e eles vairam por causa de clima, temperatura, flora e fauna. Se dividem em Aquáticos e Terrestres.
Clima: temperatura, umidade, pressão, luminosidade, pluviosidade, ventos, etc.
Temperatura: atuação dos raios do Sol e influi na pluviosidade e direção dos ventos.
Flora: são os vegetais nativos de uma região.
Fauna: são os animais nativos de uma região.
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Quem inventou a palavra Bioma?
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O termo bioma (do grego Bio = vida + Oma = grupo ou massa), segundo Colinvaux (1993), foi proposto por Shelford. Segundo Font Quer (1953), este termo teria sido criado por Clements. Em ambos os casos, a diferença fundamental entre formação e bioma foi a inclusão da fauna neste novo termo. Enquanto formação se referia apenas à vegetação, bioma referia-se ao conjunto de vegetação e fauna associada. Talvez por isto certos autores tenham sido levados a considerar bioma e biota como sinônimos (Ferreira, sem data). No glossário do livro de Clements (1949) encontra-se a seguinte definição para bioma: "Biome – A community of plants and animals, usually of the rank of a formation: a biotic community". Ele se caracterizaria pela uniformidade fisionômica do clímax vegetal e pelos animais de maior relevância, possuindo uma constituição biótica característica.
Odum (1971) é de opinião semelhante quanto ao clímax, mas introduziu o substrato físico como componente do conceito, quando afirmou "Regional climates interact with regional biota and substract to produce large, easily recognizable community units, called biomes...In a given biome the life form of the climatic climax vegetation... is uniform."
Whittaker (1971) definiu bioma como "A major kind of community, conceived in terms of physiognomy, on a given continent, is a biome or formation. (Formation is used when the concern is with plant communities only, biome when the concern is with both plants and animals...)...we have to use both structure and environment when we define biomes." Parece que este autor limitou a abrangência do termo bioma a um continente. Cada continente teria, então, seus próprios biomas. Fisionomia, estrutura e ambiente devem ser considerados ao se definir um bioma.
Clapham (1973) disse textualmente: "The distribution of the biomes is ultimately controlled by the abiotic factors of the environment - specially climate - and a given biome may be formed in several different parts of the world", contrariando, assim, a idéia anterior.
Dajoz (1973) assim se referiu ao termo bioma: "Os biomas são também chamados por diversos autores formações ou complexos. O bioma é um agrupamento de fisionomia homogênea e independente da composição florística. Estendese por uma área bastante grande e sua existência é controlada pelo macroclima...Na comunidade terrestre os biomas correspondem às principais formações vegetais naturais." Importante notar que seu conceito de bioma independe da florística da vegetação, mas apenas de sua fisionomia. Um mesmo tipo de bioma pode ter floras diferentes. Grande similaridade florística entre duas comunidades não significa que pertençam a um mesmo tipo de bioma.
Segundo Whitaker (1978), "A community-type on a given continent defined by growth-form dominance (and major features of environment) is a formation. A grouping of similar formations occurring in similar climates of the different continents is a formation-type... Ecologists concerned with animals as well as plants have often used as corresponding units the biome and biome-type." O bioma teria, então, dimensões subcontinentais e o bioma-tipo seria a soma de todos os biomas de um determinado tipo, nos diversos continentes (o cerrado sensu lato – chamado por muitos de "a savana brasileira" – seria um bioma, enquanto as savanas do mundo constituiriam o bioma-tipo).
Concordando com Dajoz (1973), Crawley (1989) afirmou que: "The great biomes of the world show a remarkable degree of convergence in their physiognomy, despite wide differences in the taxonomic affinities of their floras... rain forest of Brazil resembles rain forest in south east Asia...".
Para Cox & Moore (1993), "One frequently used level of scale at which the ecosystem concept is applied in biogeography is that of the biome, or formation. ... The classification of the living world using this biogeographical, rather than a taxonomic, approach is particularly useful because it allows the development of general statements concerning the function and the future of these units ... Although the tropical savanna grasslands of Brazil, Kenya, India and Thailand comprise different plant and animal species, they have much in common in terms of their architecture, seasonal growth and productivity, life forms of animals and plants, and the ways in which they have been used by human population. Management practice are similar in different geographic areas, hence much that can be learned from one region can be applied to another."
Ao contrário de outros autores modernos, Allen & Hoekstra (1992) afirmam textualmente "The biome is defined primarily by its biota." Todavia, alguns anos mais tarde, Allen (1998) altera sua opinião ao dizer: "Biomes differ from communities in that biomes are not conceived as being composed of species... Of course biomes contain species, but species are not the category used to group plants as they are found in biomes. Biomes are identified by the dominant life form... Because life form looks so distinctive, biomes are recognizable by how they look on first glance. The first impression of vegetation is called vegetational physiognomy.". Portanto, é a fitofisionomia que nos permite reconhecer os diferentes biomas.
Colinvaux (1993) definiu bioma como um "ecosystem of a large geographic area in which plants are of one formation and for which climate sets the limits". Importante salientar que se trata, pois, de um ecossistema, de uma unidade ecológica, estrutural e funcional, com seus componentes bióticos e abióticos. Todavia, não se deve supor erroneamente que bioma e ecossistema sejam sinônimos. Para a fisionomia, elemento de fundamental importância na classificação dos biomas, a fauna tem pouco ou nenhum significado. O mesmo não ocorre quando nos referimos a um ecossistema.
Baseando-se no trabalho de Gaussen (1954; 1955), Walter & Lieth (1960) elaboraram um tipo especial de diagrama ecológico de clima e publicaram um Atlas Mundial de Diagramas Climáticos, classificando os climas do mundo em nove Zonas Climáticas, distribuídas praticamente como faixas ou zonas latitudinais da Terra, que vão do equador aos pólos. Como o macroclima é de fundamental importância para a vegetação, cada uma dessas faixas representa uma grande unidade ecológica da geobiosfera, denominada Zonobioma e classificadas de acordo com a tabela:

Para Walter (1986), "Um bioma, como ambiente, é uma área uniforme pertencente a um zonobioma, orobioma ou pedobioma." Considerado como um ambiente, este conceito é fundamentalmente ecológico, levando em consideração não apenas o clima, mas também a altitude e as características do solo. Ele considera todo o ecossistema. Além disto, este conceito permite classificar e identificar o tipo de bioma, uma vez que o próprio nome do bioma em questão já indica o tipo de ambiente, inclusive quais os seus principais determinantes.
Comparando-se os tipos, o número e a distribuição dos principais biomas do mundo, de acordo com diversos autores, como Odum (1959), Kormondy (1969), Walter (1986), Colinvaux (1993), Cox & Moore (1993), Olson et al. (2001), vê-se que existe uma grande concordância entre eles - tabela 2, com algumas diferenças em detalhes da distribuição, o que pode ser explicado em função da pequena escala dos mapas apresentados. As maiores discrepâncias ocorrem na América do Sul, por certo menos conhecida pelos autores. No caso de Walter (1986), eles correspondem aos Zonobiomas (ou biomas zonais). Considerando-se também os pedobiomas e os orobiomas, o sistema de Walter (1986) ultrapassa, em número, até mesmo os catorze tipos reconhecidos por Olson et al. (2001). Estes autores reconheceram não apenas os grandes biomas da maioria dos autores, que geralmente são determinados pelo clima, mas alguns outros, determinados pelas condições ambientais, como manguezais, campos e savanas inundáveis. Neste sentido eles se aproximam um pouco do conceito de Walter (1986).

BIOMAS AQUÁTICOS
São dois tipos: o Talassociclo ou Biociclo Marinho e o Limnociclo ou Biociclo de Água Doce.
Talassociclo
São os mares e oceanps, que ocupam 3/4 da Biosfera.
Os principais fatores abióticos no ambiente marinho são: luz, temperatura, salinidade e pressão hidrostática.
Os grupos de seres vivos marinhos são classificadas em três grupos: Plâncton (seres que vivem na superfície da água, geralmente transportados passivamente pelo movimento das águas. Divide-se em Fitoplâncton- algas e Zooplâncton- animais pertencentes aos protozoários, muitas larvas de crustáceos, peixes etc.); Bênton (seres que vivem no fundo do mar, fixos ou movendo-se no fundo) e Nécton (animais livres natantes, representados por peixes, polvos, mamíferos marinhos, tartarugas etc.).
Divisões do Ambiente Marinho:
- Província Bentônica: baseada no relevo submarino, compreendendo quatro zonas:
a) zona litorânea: zona afetada pelas flutuações das marés, ora emersa, ora submersa. É bem iluminada, oxigenada e rica em nutrientes. Apresenta algas, microcrustáceos, macrocrustáceos, moluscos e peixes. São abundantes os organismos fixados em rochas, como algas, cracas e mexilhões;
b) zona nerítica: compreende a chamada plataforma continental, indo até cerca de 200 metros de profundidade. É a zona de maior importância econômica, pelo riqueza imensa de plâncton e nécton, principalmente grandes cardumes de peixe;
c) zona batial: vai de 200 a 2.000 metros de profudidade, ocupando o chamado talude continental. Devido à ausência de luz não existe vegetação e os animais são reduzidos;
d) zona abissal: estende-se desde 2.000 metros até as maiores profundidades, as quais apresentam condições difíceis para a vida tais como grandes pressões, ausência de luz, frio, pouco alimento. Mesmo assim, muitos organismos adaptam-se a estas condições especiais. Uma das características destes seres é a bioluminescência. Têm visão muito sensível, capaz de responder a pequenos estímulos luminosos, formas bizarras, boca e dentes grandes para facilitar a captura das presas.
- Província Pelágica: representa o domínio de águas plenas, constituindo a grande massa de água do alto-mar, encontra-se afastada da costa, estando o seu início marcado pelo término da plataforma continental. Apresenta águas cristalinas com poucas formas de vida.
Limnociclo
As águas continentais (rios, lagos, etc) possuem pequeno volume, cerca de 190.000 quilômetros cúbicos, têm pequena profundidade , raramente ultrapassando 400 m e sofrem variações de temperatura mais intensas do que o mar, sendo, portanto, menos estáveis.
Tipos:
- Águas Lênticas ou Dormentes: aparentes águas paradas, mas que na verdade estão sempre sendo renovadas. Correspondem desde uma poça d'água formada pelas chuvas, lagoas, até os grandes lagos.
- Águas Lóticas ou Correntes: correspondem aos riachos, córregos e rios. Nesta água podem ser encontradas três regiões: nascente, curso médio e curso baixo (foz).
O homem influencia decisivamente nas águas continentais, promovendo drenagens, construções de açudes, usinas hidrelétricas e principalmente provocando a poluição das águas. Assim, o lançamento de esgotos ricos em nutrientes orgânicos provoca uma intensa ação dos decompositores, diminuindo o suprimento de oxigênio e, conseqüentemente, eliminando os seres aeróbicos.
Muitas vezes, os organismos aquáticos são eliminados por ação de agrotóxicos carregados pelas enxurradas durante o período chuvoso para lagos, lagoas e rios.
BIOMAS TERRESTRES
a) Tundra
Localiza-se no Círculo Polar Ártico. Compreende Norte do Alasca e do Canadá, Groelândia, Noruega, Suécia, Finlândia, Sibéria.
Recebe pouca energia solar e pouca precipitação. esta ocorre geralmente sob forma de neve e o solo permanece a maior parte do ano gelado. Durante a curta estação quente (2 meses) ocorre o degelo da parte superior, rica em matéria orgânica, permitindo o crescimento dos vegetais. O subsolo fica permanentemente congelado (permafrost).
A Tundra caracteriza-se por apresentar poucas espécies capazes de suportar as condições desfavoráveis.
Os produtores são responsáveis por capim rasteiro e com extensas áreas cobertas por camadas baixas de liquens e musgos. Existem raras plantas lenhosas como os salgueiros, mas são excessivamente baixas (rasteiras).
As plantas completam o ciclo de vida num espaço de tempo muito curto: germinam as sementes, crescem, produzem grandes flores (comparadas com o tamanho das plantas), são fecundadas e frutificam, dispersando rapidamente as suas sementes.
No verão a Tundra fica mais cheia de animais: aves marinhas, roedores, lobos, raposas, doninhas, renas, caribus, além de enxames de moscas e mosquitos.
b) Taiga

Também chamada de floresta de coníferas ou floresta boreal. Localiza-se no norte do Alasca, Canadá, sul da Groelândia, parte da Noruega, Suécia, Finlândia e Sibéria.
Partindo-se da Tundra, à medida que se desloca para o sul a estação favorável orna-se mais longa e o clima mais ameno.
Em conseqüência disso a vegetação é mais rica, surgindo a Taiga.
Na Taiga os abetos e os pinheiros formam uma densa cobertura, impedindo o solo de receber luz intensa. A vegetação rasteira é pouco representada. O período de crescimento dura 3 meses e as chuvas são poucas.
Os animais são representados por aves, alces, lobos, martas, linces, roedores etc.
c) Floresta Caducifólia ou Floresta Decídua Temperada

Predomina no hemisfério norte, leste dos Estados Unidos, oeste da Europa, leste da àsia, Coréia, Japão e partes da China.
A quantidade de energia radiante é maior e a pluviosidade atinge de 750 a 1.000 mm, distribuída durante todo o ano. Nítidas estações do ano. Neste Bioma, a maioria dos arbustos e árvores perde as suas folhas no outono e os animais migram, hibernam ou apresentam adaptações especiais para suportar o frio intenso.
As plantas são representadas por árvores ditotiledôneas como nogueiras, carvalhos, faias. Os animais são representados por esquilos, veados, muitos insetos, aves insetívoras, ursos, lobos etc.
d) Floresta Tropical ou Floresta Pluvial ou Floresta Latifoliada

A floresta tropical situa-se na região intertropical. A maior área é a Amazônia, a segunda nas Índias Orientais e a menor na Bacia do Congo (África).
O suprimento de energia é abundante e as chuvas são regulares e abundantes, podendo ultrapassar 3.000 mm anuais.
A principal característica da floresta tropical é a sua estratificação. A parte superior é formada por árvores que atingem 40 m de altura, formando um dossel espesso de ramos e folhas. No topo a temperatura é alta e seca.
Debaixo desta cobertura ocorre outra camada de árvores, que chegam a 20 m de altura, outras a 10 m e 5 m de altura.
Este estrato médio é quente, mais escuro e mais úmido, apresentando pequena vegetação.
O estrato médio caracteriza-se pela presença de cipós e epífitas. A diversificação de espécies vegetais e animais é muito grande.
e) Campos
É um Bioma que se caracteriza por apresentar um único estrato de vegetação. O número de espécies é muito grande, mas representado por pequeno número de indivíduos de cada espécie.
A localização dos campos é muito variada: centro-oeste dos Estados Unidos, centro-leste da Eurásia, parte da América do Sul (Brasil, Argentina) e Austrália.
Durante o dia a temperatura é alta, porém a noite a temperatura é muito baixa. Muita luz e vento, pouca umidade. Predominam as gramíneas. Os animais, dependendo da região, podem ser: antílopes americanos e bisões, roedores, muitos insetos, gaviões, corujas etc.
f) Deserto
Os desertos apresentam localização muito variada e se caracterizam por apresentar vegetação muito esparsa.
O solo é muito árido e a pluviosidade baixa e irregular, abaixo de 250 mm de água anuais. Durante o dia a temperatura é alta, mas à noite ocorre perda rápida de calor, que se irradia para a atmosfera e a temperatura torna-se excessivamente baixa. As plantas que se adaptam ao deserto geralmente apresentam um ciclo de vida curto. Durante o período favorável (chuvoso) germinam as sementes, crescem, florescem, frutificam, dispersam as sementes e morrem.
As plantas perenes como os cactos apresentam sistemas radiculares superficiais que cobrem grandes áreas. Estas raízes estão adaptadas para absorver as águas das chuvas passageiras.
O armazenamento de água é muito grande (parênquimas aqüíferos). As folhas são transformadas em espinhos e o caule passa a realizar fotossíntese.
Os consumidores são predominantemente roedores, obtendo água do próprio alimento que ingerem ou do orvalho. No hemisfério norte é muito comum encontrar-se, nos desertos, arbustos distribuídos uniformemente, como se tivessem sido plantados em espaços regulares. Este fato explica-se como um caso de amensalismo, isto é, os vegetais produzem substâncias que eliminam outros indivíduos que crescem ao seu redor.
Veja na tabela abaixo as características gerais dos principais biomas terrestres da Terra.
Tabela 1 - CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E BIOLÓGICASDOS PRINCIPAIS BIOMAS
|
Bioma
|
Precipitação e umidade
|
Temperatura
|
Vegetação
|
Solo
|
Diversidade
|
| Tundra |
umidade e chuva moderadas
|
frio perpétuo verão muito curto
|
herbéceas líquens musgos
|
solo congelado na maior parte do ano
|
baixíssima
|
| Taiga (Florestas Boreais) |
umidade e chuva moderadas
|
inverno muito frio e verão frio
|
árvores perenifólias, arbustos
|
solo raso, pedregoso
|
muito baixa
|
| Florestas Temperadas |
chuva homogênea e moderada
|
estações quente e fria
|
árvores caducifólias
|
fértil
|
moderada
|
| Campos de Gramíneas |
estação seca longa
|
inverno frio e verão moderado
|
principalmente gramíneas
|
moderado a fértil
|
baixa
|
| Florestas Tropicais |
muita chuva, umidade alta, pouca sazonalidade
|
quente o ano todo
|
árvores perenes, arbustos, cipós, epífitas
|
pobre a moderadamente fértil
|
altíssima
|
| Savanas Tropicais |
estações seca e úmida bem marcadas
|
alta a moderada
|
gramíneas, árvores baixas e arbustos
|
pobre a moderadamente fértil
|
alta
|
| Desertos |
pouca umidade e chuva
|
grande variação diária
|
arbustos, cactos
|
pobre a fértil
|
baixa a moderada
|
Tabela 2 - CARACTERÍSTICAS CLIMÁTICAS, PRODUÇÃO PRIMÁRIA E BIOMASSA DOS PRINCIPAIS BIOMAS.
|
Bioma |
Precipitação (mm) |
Temperatura (oC) |
Produção Primária (Líq.) 105 g C |
Biomassa t/ha |
| Tundra |
10 a 1.000
|
-15 a -5
|
0,4 a 0,6
|
6
|
| Taiga (Flor. Boreais) |
10 a 1.700
|
-5 a 3
|
1,1 a 2,9
|
200
|
| Florestas Temperadas |
300 a 3.000
|
3 a 18
|
2,2 a 3,3
|
300
|
| Campos de Gramíneas |
30 a 1.000
|
-5 a 18
|
1,0 a 1,2
|
-
|
| Florestas Tropicais |
1.000 a >5.000
|
18 a 30
|
18,0
|
450 t/ha
|
| Savanas Tropicais |
500 a >1.000
|
15 a 30
|
5,3
|
370
|
| Desertos |
0 a 300
|
-5 a 30
|
0,6
|
7
|
Biomas Brasileiros
O Brasil é dono de uma das biodiversidades mais ricas do mundo, possui as maiores reservas de água doce e um terço das florestas tropicais que ainda restam. Estima-se que aqui está uma em cada 10 espécies de plantas ou animais existentes.
Confira abaixo o mapa dos principais biomas da natureza brasileira:

Para saber mais dos biomas brasileiros em detalhes, entre em http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/biomas/index.cfm.
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